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E-book Curso Dança Gospel - Tudo sobre esse estilo !!!

Mundo da Dança esta lançando o seu primeiro E-book - Curso Dança Gospel. Realize a "EVANGELIZAÇÃO" e "ADORAÇÃO" à Deus através da dança...

Série - Volta ao Brasil em 27 Danças

Série sobre Danças Folclóricas de todo o Brasil. Fazendo uma viagem pelos 27 Estados da Federação. Lindo trabalho de pesquisas sobre a Dança...

Série: Danças Africanas

Esta nova série de postagens irá mostrar as Danças Africanas de 5 países de expressão portuguesa, ou seja que usam a língua portuguesa para se expressarem. Espero poder contribuir ricamente para o conhecimento e estudos sobre esse assunto. E valorizar ainda mais o povo africano pela sua enorme contribuição na cultura mundial.

Festivais, Workshops e Espetáculos - Mundo da Dança

Agora o blog Mundo da Dança conta com uma novidade. Dentro do Blog temos as páginas estáticas que mostram apenas assuntos em separado. Assim desse modo fica muito simples e fácil ficar por dentro de algumas notícias tais como: Os principais Festivais, Espetáculos e Workshops que noticiamos aqui no blog.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Galpão Gamboa lança segunda edição do projeto Dança Gamboa


Com curadoria de Márcia Rubin e César Augusto, projeto leva importantes companhias de dança para a Zona Portuária

Depois do sucesso da primeira edição em 2013, o Galpão Gamboa retoma o projeto Dança Gamboa, que acontecerá de 30 de agosto a 09 de novembro. Antes voltado exclusivamente à dança contemporânea, a iniciativa conta agora com outros gêneros, como dança flamenca e de salão. Na programação, espetáculos voltados para o público infantil e adulto e parceria com o Tempo Festival.

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A curadoria do projeto é da bailarina e coreógrafa Marcia Rubin e do diretor e produtor Cesar Augusto. A direção de produção está a cargo de Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa e sócio da produtora Pequena Central, ao lado do ator Marco Nanini. Os ingressos terão preços populares, com meia-entrada para estudantes e idosos, além de descontos especiais para moradores da Zona Portuária.

De acordo com Marcia Rubin, a ideia do Dança Gamboa é apresentar um panorama da dança atual, do que está sendo pensado e criado neste momento. "Na primeira edição, o foco esteve nas companhias e nos jovens criadores. E, agora, nesta segunda edição, o conceito é a diversidade. Apresentaremos trabalhos solos: Denise Stutz, André Masseno e Dudude, do Rio e de BH; companhias mais estabelecidas como a Lia Rodrigues; com mistura de linguagens como a Toca Madera; Pequod, animação-bonecos e dança; e a CCC. E para as crianças (e adultos!), repetindo o sucesso da primeira edição, Irmãos Brothers, que mistura circo e dança, e o Xirê. Também apresentaremos um espetáculo internacional." O objetivo, segundo a curadora, é atingir um público cada vez maior, mais misturado. "Queremos atrair jovens, crianças e adultos de vários pontos da cidade", completa.

Abertura com Lia Rodrigues (30 e 31/08 e 01/09)

O projeto terá início no dia 30/08, com "Pindorama", criação da Lia Rodrigues Companhia de Danças. Com 11 artistas em cena, os bailarinos envolvem os espectadores criando imagens de tempestades, ventanias e corpos náufragos. Em uma mistura de dança, teatro e performance, os intérpretes abordam as possíveis relações do estar junto. O espetáculo estreou em novembro de 2013, no Festival d’Automme de Paris, o mais prestigiado festival da França. As apresentações no Dança Gamboa também acontecerão nos dias 31 e 01/09.

Ficha técnica
Criação e direção: Lia Rodrigues
Assistente da direção: Amália Lima
Colaboradores: Amália Lima, Leonardo Nunes, Gabriele Nascimento, Francisco Thiago Cavalcanti, Clara Castro, Clara Cavalcante, Dora Selva, Felipe Vian, Glaciel Farias, Luana Bezerra, Thiago de Souza, com a participação na criação de Gabriela Cordovez
Dramaturgia: Silvia Soter
Colaboração artística: Guillaume Bernardi
Criação de Luz: Nicolas Boudier
Duração: 80 minutos
Classificação: 16 anos

Programação vai até novembro

Nos dias 6 e 7 de setembro, o Dança Gamboa terá programação dupla: o infantil "Ritmo é tudo", dos Irmãos Brothers Band, às 16h, e "O confete da Índia", espetáculo solo do coreógrafo e performer André Masseno, sábado, às 21h, e domingo, às 20h.

A dança flamenca vai invadir a programação nos dias 13 e 14/09, com "Transitório", do grupo Toca Madera, com direção de Clara Kutner. No espetáculo, duas bailarinas e seis músicos constroem uma relação entre música e movimento, atravessada por inspirações de universos distintos, como o flamenco, o tango e canções que vão de Edith Piaf a Sidney Magal.

No fim de semana seguinte, dias 20 e 21/09, haverá dança contemporânea para crianças, com a Cia de Dança Teatro Xirê, apresentando o espetáculo "Entrelace". Em cena os movimentos se desenvolvem numa dinâmica que envolve e enlaça o público, sempre partindo de jogos populares tradicionais e parlendas infantis.

Nos dias 27 e 28/09, dois solos na sequência: a artista de Belo Horizonte Dudude, sob direção de Cristiane Paoli Quito, subirá ao palco, às 19h, para apresentar o espetáculo "A projetista". Já às 21h, quem se apresentará será Denise Stutz, no espetáculo "Finita".

A Cia de teatro de bonecos e animação PeQuod vai chegar à Gamboa nos dias 4 e 5 de outubro. Com 15 anos de estrada, essa será a primeira vez que a Cia apresenta um espetáculo de dança: "Peh quo deux". A performance reúne cinco importantes artistas da dança contemporânea em torno de uma mesma ideia. Partindo dos temas propostos pelo escritor italiano Italo Calvino, no livro "Seis propostas para o próximo milênio", o diretor Miguel Vellinho convidou os coreógrafos Bruno Cezario, Cristina Moura, Marcia Rubin, Paula Nestorov e Regina Miranda para criar coreografias para bonecos e objetos animados.

No fim de semana do Dia das Crianças, apresentações dedicadas a elas. O espetáculo "Lua gigante", escrito e dirigido por João Ferreira, logo após a temporada de estreia, chega aos palcos do Dança Gamboa com apresentações nos dias 11 e 12/10. A narrativa reúne dança, teatro, música e circo.

As apresentações do Tempo Festival (programação a definir) acontecerão nos dias 18 e 19 de outubro. E nos dias 25 e 26/10 será a vez de a dança de salão invadir a programação do projeto. A Cia CCC apresentará o espetáculo "Quem somos nós", o terceiro do repertório. Criado pelo diretor, coreógrafo e bailarino Isnard Manso, o espetáculo esteve em cartaz em plena Praça Tiradentes no ano passado.

O encerramento acontecerá nos dias 8 e 9 de novembro, com o espetáculo "My pogo", do coreógrafo francês Fabrice Ramalingom, em sua primeira apresentação na cidade. O espetáculo é inspirado no Pogo - a maneira como os punks dançavam diante dos palcos dos shows, no final dos anos 70 e início dos anos 80.


Programação - Dança Gamboa 2

30 e 31/08 e 01/09
- "Pindorama", da Lia Rodrigues Companhia de Dança (sábado, às 21h, domingo e segunda, às 20h)

06 e 07/09
- "Ritmo é tudo", dos Irmãos Brothers Band (sábado e domingo, às 16h)
- "O confete da Índia", de André Masseno (sábado, às 21h; domingo, às 20h)

13 e 14/09
- "Transitório", do grupo Toca Madera (sábado, às 21h, domingo e segunda, às 20h)

20 e 21/09
- "Entrelace", da Cia de Dança Teatro Xirê (sábado e domingo, às 11h)

27 e 28/09
- "Finita", de Denise Stutz (sábado e domingo, às 19h30)
- A projetista", de Dudude (sábado e domingo, às 21h)

03 e 04/10
- "Peh quo deux", da Cia PeQuod (sábado e domingo, às 21h)

11 e 12/10
- "Lua gigante", de João Ferreira (sábado e domingo, às 16h)

25 e 26/10
- "Quem somos nós", da Cia CCC (sábado, às 21h; domingo, às 20h)

08 e 09/11
- "My pogo", de Fabrice Ramalingom (sábado, às 21h; domingo, às 20h)


SERVIÇO
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Ingressos:
R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência) - ADULTO
R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)/R$ 2 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência) - INFANTIL
Vendas de ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Cia da Ideia realiza espetáculo de dança na Arena Carioca Dicró


"Pequenas Peças" é inspirado em textos de Clarice Lispector e tem única apresentação no dia 23/08

Com a intenção de divulgar a obra de Clarice Lispector a grupos que não têm acesso à cultura literária, a Cia da Ideia criou o espetáculo de dança contemporânea "Pequenas Peças". A montagem tem única apresentação, no dia 23/08, na Arena Carioca Dicró. A entrada é gratuita.

"Pequenas Peças" é um espetáculo de dança contemporânea inspirado em textos de Clarice Lispector unidos a outros textos desenvolvidos pela coreógrafa Sueli Guerra e pelos intérpretes criadores da Cia da Ideia. O espetáculo traz ao palco, cenas poéticas e dançadas, mescladas a outras mais teatrais. O roteiro é estruturado a partir de pequenas cenas que mostram diversas facetas femininas, contando com trilha sonora original de Rodrigo Russano e Marcos Souza.


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Para desenvolver o roteiro do espetáculo, a Cia da Ideia aliou a pesquisa dramatúrgica dos bailarinos e direção, a pesquisa de sua coreógrafa Sueli Guerra. Desse modo, as cenas aparentemente autônomas ganharam um caráter coeso e integrado. O caráter leve e bem humorado do espetáculo conduz à formação de público de dança contemporânea, tão escasso no Brasil. A estrutura da Cia. da Ideia, que se caracteriza como um grupo de criação, aponta para um novo rumo no fazer artístico da área da dança, onde o bailarino/ator não é mero instrumento ou intérprete e, sim, um ser pensante que interage com o mundo e contribui com sua experiência vivencial no processo de criação.

A Cia da Ideia, companhia de dança contemporânea fundada pela coreógrafa e bailarina Sueli Guerra, conta com profissionais capacitados, todos com experiência no mercado cultural nacional tanto na criação quanto na execução de projetos culturais que buscam a inclusão social através da Dança, bem como o acesso à cultura para todas as classes sociais.

Sinopse:
O espetáculo é formado de pequenas situações, ações do cotidiano e da rotina feminina, onde os textos de Clarice Lispector são mostrados buscando a reflexão sobre a grandiosidade da vida. Toda a historia percorre uma estrutura similar aos textos de Clarice Lispector, fragmentando o pensamento feminino em diversas facetas, com isto "Pequenas Peças" revela, de maneira leve e bem humorada, a poesia contida nos momentos mais triviais do cotidiano da mulher, tendo ainda o olhar masculino sobre este universo.

Ficha técnica:
Direção: Sueli Guerra e Alessandro Brandão
Direção Teatral: Lourival Prudêncio
Dramaturgia: Alessandro Brandão e Sueli Guerra
Textos: Cia da Ideia, Renata Mizrahi e Carolina Maria
Coreografia: Sueli Guerra
Intérpretes criadores: Edney D´Conti, Carlos Magno, Glaucia Leite, Olivia Vivone, Silvana Didonet e Sueli Guerra
Figurino: Marden Junior
Trilha original: Marcos Souza e Rodrigo Russano
Iluminação: Francisco Rocha
Cenário: Alessandro Brandão, Robert Litig e Sueli Guerra
Arte gráfica: Cacau Gondomar
Fotografia e Vídeo: Thomas Breit
Preparação Vocal: Pedro Lima
Produção: Cacau Gondomar e Aline Carrocino
Realização: Cia da Ideia

Serviço:
Data: 23 de Agosto (sábado)
Horário: 20h
Local: Arena Carioca Dicró - Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela Rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada Gratuita
Classificação etária: Livre
Capacidade: 410 Lugares
Duração: 60 minutos

terça-feira, 29 de julho de 2014

Danças Africanas - Moçambique - Mapiko


A Série de postagens sobre Danças Africanas dos países que falam a língua portuguesa continua a todo vapor e hoje vamos mostrar mais uma parte dessa fantástica cultura dançante de um dos países africanos mais badalados de todos culturalmente falando. Moçambique é um lugar da áfrica bastante alegre e de cultura riquíssima. Vamos então falar sobre a dança Mapiko. Quem quiser acompanhar a série toda basta visitar-nos no link: Série - Danças Africanas

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MAPIKO ( tradição Makonde) – PROVÍNCIA DE CABO DELGADO

Na dança MAPIKO são usadas mascaras que dividem-se em dois tipos: FACIAL(só cobre o rosto) ou CAPACETE (que cobre toda a cabeça). As variedades existentes dentro de cada tipo de máscara, que é feita de madeira, realça o fato dessas mascaras estarem intimamente ligadas a dança MAPIKO. Que tem um significado religioso e cerimonial ligado ao ritual de iniciação masculina.

O conjunto máscara e dança , formam uma coreografia, muito ritmica e cadenciada transmitida pelo dançarino que se apresenta vestido com trajes convincentes coberto de objetos sonoros (chocalhos). Sendo acompanhado por vários percursionistas, criadores dos seus próprios tambores que são feitos de madeira e cobertos de pele de animal.

E que posteriormente afinados pelo calor do fogo, produzindo sons médio-agudos. Esta dança tem como pano de fundo um grupo de cantores (homens e mulheres). É de realçar que a dança MAPIKO é sem margem de dúvida, uma junção de musica, dança, escultura e teatro. Que vai representando gradualmente o imaginário relativo à existência do mundo sobrenatural e à convicção na ligação lógica entre o dançarino principal e as suas crenças.

A dança MAPIKO dá aos artistas MAKONDES a capacidade e o poder de recriar na arte os diferentes modos de estar na vida espiritual, usando a força da sua história e do seu cotidiano, transmitindo em cada dança as suas convicções. Posso afirmar por experiência própria que o Povo MAKONDE e a dança MAPIKO são muito especiais e inéditos.

Fonte: Moçambique Tradicional

"Katana" tem curta temporada gratuita na Arena Dicró


Espetáculo de dança contemporânea da coreógrafa Alice Ripoll e da Cia R.E.C tem referências de quadrinhos, games e animes

O espetáculo de dança "Katana", de Alice Ripoll, expressa paranoia, sensualidade, controle da mente, ansiedade e cumplicidade. Tudo por meio da força do movimento de apenas cinco bailarinos e da criatividade da coreografia. A montagem tem apresentações gratuitas nos dias 2, 3, 9 e 10 de agosto, às 16h, na Arena Carioca Dicró.


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Durante a apresentação, os bailarinos apresentam coreografias em grupo, duos e solos. Nas cenas em grupo é explorada uma movimentação inspirada em lutas, games e quadrinhos, transitando entre a ironia e o lirismo. Já nas individuais, a coreografia ajuda a construir personagens, ora caricaturais como os super-heróis, ora extremamente reais, com fragilidades e sutilezas.

Encenado pela Cia. R.E.C. (Reação em Cadeia), o espetáculo aborda o universo de heróis. As referencias vão desde o universo ficcional, passando por animes, quadrinhos e games; chegando ao real, com os personagens de carne e osso que inspiram o grupo de dança.

Criado em co-produção com o Festival Panorama 2012, Katana foi apresentado nos Teatros Cacilda Becker e Galpão Gamboa (RJ) em 2013. Trata-se do segundo espetáculo da Cia R.E.C., criada em 2009 e que conta com a diretora Alice Ripoll e cinco bailarinos, que se conheceram através de aulas de dança na ONG PróSaber. Após a saída da ONG, se firmou como uma companhia independente, com a criação do espetáculo Cornaca, que também estreou no Festival Panorama, e foi contemplado por editais de circulação da cidade e do estado do Rio de Janeiro (F.A.D.A e Circuito das Artas).

Ficha Técnica:

Direção: Alice Ripoll
Criação e interpretação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Erick Nery, Leandro Coala, Liuz LA
Assistência de direção: Anita Tandeta
Produção de circulação: Trio Carioca
Desenho de Luz: Leandro Barreto
Direção musical: Rodrigo Marçal
Consultoria de figurino: Paula Ströher
Apoios: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Associação Cultural Roda Viva, Rafael Machado Fisioterapia.

Serviço: 

Data: 2 (sábado), 3 (domingo), 9 (sábado) e 10 (domingo) de agosto
Horário: 16h
Local: Arena Carioca Dicró - Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada Gratuita
Classificação etária: Livre

Informações para a imprensa:
RPM Comunicação
Érica Avelar - erica@rpmcom.com.br - (21) 3478-7437 / 98272-2337
Marina Avellar - marina@rpmcom.com.br - (21) 3478-7414/ 98272-2335
Júlia Ferreira - juliaferreira@rpmcom.com.br - (21) 3478-7420/ 98272-234


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Dança Burlesca - Sua História


A apresentação burlesca ou a arte do burlesco se refere a um tipo de apresentação teatral que consiste em uma paródia ou sátira (que muitas vezes implica uma apresentação de striptease e às vezes lembra a chanchada). Alguns autores definem o teatro burlesco como descendente direto da Commedia dell'arte, "farsa" ou "burla" para uma paródia ou comédia de costumes aparece aproximadamente ao mesmo tempo em que surge a primeira aparição da Commedia dell'arte. Burlesco faz parte da categoria estética grotesca, sendo uma representação teatral ou dança. Representação de caráter exagerado, parodiando temas dramáticos com alto teor farsesco, esta forma cômica trata de personagens extravagantes e bufonas. Autores que discorrem sobre o grotesco, citam o burlesco como variante ligada a encenação. Procurar Mickhail Bakhtin, Wolfang Kayser, Muniz Sodré, Raquel Paiva, Patrice Pavis.

O Burlesco é uma arte performativa que remonta a 1600 e que pode misturar vários tipos de disciplinas (teatro, circo, ballet, pantomina, entre outros) . É um descendente da Commedia dell'arte, tendo por isso uma grande componente de comicidade. O renascimento do Burlesco na década de 80, com performers como a Dita Von Teese a trazerem o Burlesco para um circuito mais mainstream (o que não tinha acontecido até então), adicionam ainda mais variedade à disciplina, gerando um movimento - Neo Burlesque, com números muito mais risqué, como os da performer Empress Stah. Passamos agora por um momento único na história do Burlesco, com o nascimento do Boylesque - performers masculinos de Burlesco.

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Ao contrário do que se pode pensar, o Burlesco não se trata de um grupo de strippers que se apresentam num palco, muito pelo contrário.

O Burlesco é um directo descendente da chamada Commedia dell'arte, uma forma de teatro de improviso que se realizava em Itália, muito popular entre os séculos XV e XVII. Eram pequenas companhias compostas no máximo por 10 elementos que viviam das contribuições populares aquando das suas performances ao ar livre.Versavam temas convencionais da época como o ciúme, o adultério, os afectos e mesmo alguns peças de comédias romanas e gregas perdidas no tempo. Muitas dessas peças romanas e gregas tinham personagens que satirizavam escândalos locais, eventos da altura, gostos regionais, piadas variadas de caríz cultural, etc. Ainda hoje conseguimos identificar muitas dessas personagens que se foram afirmando na Commedia dell'arte, como o Arlequim, a Colombina, o Brighella, entre outros.

(...)Sendo Commedia dell'arte uma das fontes principais de muitas das artes perfomativas modernas ( ballet, marionetas, stand-up comedy, sátira, pantomina, striptease, dança erótica, entre muitas outras) naturalmente ela acabou por ter expressão num país recente como os Estados Unidos da América.

O Burlesco surge assim no século XIX nos chamados Music Hall dos EUA e do Canadá, sendo estes espaços um conceito inglês, onde em resultado da urbanização e da industrialização, se criou uma espécie de teatro britânico de entretenimento popular composto essencialmente por música, comédia e performances especiais (muitas vindas do circo, como trapesistas, ventríloquos, comedores de fogo, marionetistas, entre muitos outros). Esses espaços surgiam como contraposição à ‘ordem dos teatros tradicionais’, sendo que nos ‘Music Hall’ se podia consumir álcool, estar em pé, sentarem-se em mesas, muito mais próximo da cultura popular da época e consequentemente menos elitista.

Estes espaços foram muito populares entre 1850 e 1960 em Inglaterra, E.U.A. e Canadá. Após a IIª Guerra Mundial entram em declínio com a afirmação da televisão nas práticas culturais e com uma nova linguagem musical radicalmente diferente que surgia e encontra outros espaços para se afirmar: o rock’n’roll. No entanto, deixou um legado muito relevante na produção artística, desde a música ao teatro, sendo que o seu apogeu é considerado no período entre as duas Grande Guerras.

Ao Burlesco (que era essencialmente composto pela sátira, performances e espectáculo de adultos), nos E.U.A. e Canadá, junta-se uma linguagem especifica, mas mais alargada, o Vaudeville (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade), que era uma forma de arte que se afirmou essencialmente desde o inicio de 1800 até 1930 e foi buscar as suas origens aos espectáculos que se reealizavam nos saloons, freak shows e nos chamados Dime Museums (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas), bem como à literatura burlesca. O Vaudeville foi um das formas de arte mais populares nos E.U.A. nos fins do século XIX. Todos os dias nos já referidos Music Hall eram apresentados uma série de performances sem qualquer relação entre eles, desde músicos (clássicos e populares), dançarinas, comediantes, animais amestrados, mágicos, imitadores, acrobatas, pequenas peças de teatro e inclusive a dada altura, pequenos filmes.

O Burlesco trata-se assim de uma rica forma de arte musical e cómica nos Estados Unidos da América que remonta aos anos de 1830/40 e que se foi redefinindo ao longo de décadas até essencialmente 1960. No seu inicio, no século XIX, o Burlesco teve um papel fundamental na mudança de costumes, principalmente na visão sexual da mulher. Pela primeira vez a mulher norte-americana podia mostrar o seu corpo, facto esse que iria marcar decisivamente toda a cultura popular associada ao género feminino, e posteriormente desenvolvida pelas chamadas Indústrias Culturais. Expressava igualmente o confronto entre a cultura aristocrata da época Victoriana e a nova cultura operária que surgia em massa.

Assim, no século XIX o termo burlesco era ainda usado para um conjunto de espectáculos cómicos, que pretendia satirizar o modo de vida das elites sócio-económicas dos E.U.A. e da Inglaterra. O seu sucesso junto das classes mais desfavorecidas e da classe média em muito deve a essa linguagem de crítica social em forma de comédia. A história mostra claramento isso quando olhamos para os enormes sucessos no século XIX das peças de burlesco produzidas e protagonizadas por actores da época como William Mitchell, John Brougham e Laura Keene.O declínio do Vaudeville e do Burlesco inicia-se com a afirmação do cinema no inicio do século XX e com a utilização daqueles espaços populares usualmente utilizados por esses espectáculos, para a apresentação de películas cinematográficas. A competição com os preços baixos do cinema e o cariz claramente popular do mesmo deixavam pouca margem de manobra para uma expressão artística que se tinha afirmado no século anterior. A redução dos grandes circuitos que tinham sido construídos no século XIX para a apresentação destas novas expressões de arte popular contribuíram para uma lenta decadência dessas mesmas expressões artísticas. O seu fim acelarou-se no período pós IIª Guerra Mundial, com o surgimento da televisão, redefinindo por completo as práticas culturais dos ingleses, norte-americanos e canadianos.

O Vaudeville e o Burlesco acabaram por fazer a sua migração para outras plataformas de exposição pública, como a rádio e a televisão, sendo que muitos dos programas da televisão devem a este conceito o seu sucesso, como foi o caso nos E.U.A. do The Ed Sullivan Show. Hoje assiste-se a um revivalismo do Burlesco e do Vaudeville, que se iniciou nos anos 90 com alguns grupos interessados em renovar e revitalizar esta expressão de arte, essencialmente em Nova York e em Los Angels. Essas iniciativas nos anos 90 de rivivalismo permitiram inspirar toda uma nova geração de performers nos E.U.A. e no Canadá, constituindo-se hoje como uma verdadeira expressão de cultural popular, à semelhança da sua origem. Hoje o novo Burlesco é composto por muitas artes perfomantivas, inter-disciplinares, incluindo desde o striptease (de uma forma muito mais sensual e menos sexual que no seu inicio), adereços vistosos, humor negro, cabaret, magia, entre muitas outras expressões de arte perfomativa.

Nova York, Los Angels e São Francisco são hoje das cidades que mais contributo estão a dar ao revivalismo deste conceito, sendo a primeira cidade aquela que mais contribuí para isso, com a sua vida nocturna e os seus equipamentos de entretenimento e culturais.É neste contexto que surgem novas propostas artísticas, espectáculos e festivais de Burlesco, como o Tease-O-Rama, New York Burlesque Festival, The Great Boston Burlesque Exposition, Lucent Dossier Vaudeville Cirque, Yard Dogs Road Show, Miss Exotic World Pageant, etc. Inclusive, esta centenária linguagem artística que hoje se renova, encontra expressão mundial plataformas, como a utilização de todo o conceito do Burlesco no teledisco da banda norte-americana Panic! at The Disco, onde participaram os Lucent Dossier Vaudeville Cirque."

Fonte: Wikipédia - A enciclopédia livre


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Royal Opera House Cinema encerra temporada com "O Conto de Inverno"‏


THE ROYAL BALLET NA REDE CINEMARK ENCERRA TEMPORADA COM O BALÉ “O CONTO DE INVERNO”

“O Conto de Inverno”, baseado na obra homônima de William Shakespeare, encerra a temporada 2014 da Royal Opera House Cinema, exibida por aqui com exclusividade pela Rede Cinemark. Salas de cinema de todo Brasil exibem o espetáculo nos dias 28, 29, 30 de junho e 1º de julho.

Após o sucesso de Alice no País das Maravilhas em 2013, o público poderá conferir mais um clássico da literatura inglesa apresentado pelo The Royal Ballet. Com produção de Christopher Wheeldon, o balé é uma emocionante história de amor, perda e reconciliação.

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Os ingressos já podem ser adquiridos. Mais informações e a programação completa da temporada de 2014 estão disponíveis no site http://www.cinemark.com.br/royal-opera-house – os valores dos ingressos em cada cidade estão na tabela abaixo. Cliente Cinemark Mania tem 50% de desconto no valor do ingresso.

Segundo a diretora de marketing da Rede Cinemark, Bettina Boklis, a exibição dos espetáculos da companhia no Brasil é um diferencial. “Ao transmitir a temporada da Royal Opera House de Londres, a Cinemark oferece ao público brasileiro espetáculos da mais alta qualidade artística que reúnem dança, música e artes cênicas”, afirma.

O espetáculo

JUNHO/JULHO

Dias: 28, 29, 30 de junho e 1º de julho

Espetáculo: “Conto de Inverno”

Sinopse: O balé de Christopher Wheeldon traz para o palco o romance de William Shakespeare e sua trama de amor, perda e reconciliação. A história gira em torno do fim de um casamento pelo ciúme doentio. Acontecimentos mágicos nos levam a um final de perdão e reconciliação. Wheeldon conta com a colaboração do designer Bob Crowley e do compositor Joby Talbot. “Conto de Inverno” é um dos pontos altos da temporada do The Royal Ballet.

Ficha técnica:

Duração: 2h55 (dois intervalos)
Coreografia: Christopher Wheeldon
Música: Joby Talbot
Designs: Bob Crowley
Iluminação: Natasha Katz

Royal Opera House

A Royal Opera House apresenta mais de 400 espetáculos por ano no seu consagrado teatro em Londres, em Covent Garden, e atinge um público de mais de 650 mil pessoas. Em 2012, mais de 7,5 milhões de pessoas apreciaram os espetáculos no mundo todo através de sessões de cinema. O Brasil tem um papel importante entre os mais de 35 países onde são apresentadas as óperas e os balés da ROH desde 2011, quando foi o segundo país em público na exibição de “Carmen em 3D”, atrás apenas do Reino Unido.

Rede Cinemark no Brasil 

Líder no mercado exibidor, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 535 salas de cinema em 68 complexos distribuídos por 16 estados e Distrito Federal: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Goiás, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Amazonas, Tocantins e Pernambuco. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com 254 salas com a tecnologia de projeção digital em 3D no país. Recentemente, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. As salas XD já estão presentes em 28 complexos. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com serviços como cardápio especialmente criado pela chef Morena Leite, e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar, que pode ser entregue diretamente na sala. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela internet, além de contar com os diversos aplicativos de consulta da programação para Windows 8, Windows Phone, Android, iPhone e Blackberry, que fazem parte da plataforma mobile da Cinemark.  

Valores dos ingressos em cada cidade

Aracaju (SE) – Shopping Jardins
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Belo Horizonte (MG) – Pátio Savassi/BH Shopping/Diamond Mall
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Brasília (DF) – Iguatemi Brasília
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Campinas (SP) – Iguatemi Campinas
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Campo Grande (MS) – Shopping Campo Grande
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Cuiabá (MT) – Goiabeiras Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Curitiba (PR) – ParkShopping Barigui/Shopping Mueller
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Florianopolis (SC) – Floripa Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Goiânia (GO) – Flamboyant Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Londrina (PR) – Boulevard Londrina Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Niterói (RJ) – Plaza Niterói
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Porto Alegre (RS) –Barra Shopping Sul/Shopping Bourbon Ipiranga
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Recife (PE) – Riomar Recife
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Ribeirão Preto (SP) – Novo Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Rio de Janeiro (RJ) – Downtown/Botafogo Praia Shopping
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Exceto: Shopping Village Mall  - R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Salvador (BA) – Salvador Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Santos (SP) – Praiamar Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São Caetano do Sul (SP) – ParkShopping São Caetano
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São José dos Campos (SP) – Colinas Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São Paulo (SP) – Eldorado/Iguatemi/Villa-Lobos/Pátio Higienópolis/Pátio Paulista/ Metrô Santa Cruz/Mooca Plaza Shopping/Metrô Tucuruvi/Market Place
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Exceto: Cidade Jardim: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Uberlândia (MG) – Uberlândia Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Vitória (ES) – Shopping Vitória
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)



sábado, 14 de junho de 2014

Jundiaí terá tarde de Shows e Entretenimento !!!


A casa de chás Portal do Egito realiza no próximo dia 15/6, a partir das 16 horas uma tarde de shows e entretenimento, reunindo diversos grupos e artistas da cidade.

O Espaço do Sapateado marcará presença no evento levando seus alunos a apresentarem diferentes performances. "Nossa intenção é mostrar que, além de sapatear, nossos alunos possuem outros talentos.


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E esta será uma ótima oportunidade para demonstrar isso", explica Ana Raquel D´Angieri, proprietária do Espaço. "Além disso, o palco estará aberto para quem quiser participar e mostrar seu talento", completa.
O evento contará com a participação da Sabatum Cia de Sapateado, única companhia da cidade formada inteiramente por bailarinos profissionais, que mostrarão a arte de tirar música dos próprios pés, premiados recentemente no dia 16/05/2014 na “Mostra de Dança de Jundiaí”

No dia será cobrado um Couvert Artístico no valor de R$ 10,00. A casa de chás Portal do Egito fica na Rua dos Bandeirantes, 281.

Informações a imprensa
Rosa Matte Eventos e Assessoria em Comunicação