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VOTEM no blog "Mundo da Dança" !!! Que esta concorrendo pelo quarto ano consecutivo ao Prêmio Top Blog 2013 na Categoria "Arte e Cultura"

E-book Curso Dança Gospel - Tudo sobre esse estilo !!!

Mundo da Dança esta lançando o seu primeiro E-book - Curso Dança Gospel. Realize a "EVANGELIZAÇÃO" e "ADORAÇÃO" à Deus através da dança...

Série - Volta ao Brasil em 27 Danças

Série sobre Danças Folclóricas de todo o Brasil. Fazendo uma viagem pelos 27 Estados da Federação. Lindo trabalho de pesquisas sobre a Dança...

Série: Danças Africanas

Esta nova série de postagens irá mostrar as Danças Africanas de 5 países de expressão portuguesa, ou seja que usam a língua portuguesa para se expressarem. Espero poder contribuir ricamente para o conhecimento e estudos sobre esse assunto. E valorizar ainda mais o povo africano pela sua enorme contribuição na cultura mundial.

Festivais, Workshops e Espetáculos - Mundo da Dança

Agora o blog Mundo da Dança conta com uma novidade. Dentro do Blog temos as páginas estáticas que mostram apenas assuntos em separado. Assim desse modo fica muito simples e fácil ficar por dentro de algumas notícias tais como: Os principais Festivais, Espetáculos e Workshops que noticiamos aqui no blog.

sábado, 27 de setembro de 2014

Semáforo que Dança - Ação da Smart põe pedestres para dançar no farol vermelho


Olá caros leitores e amantes da dança. Como é fantástico saber que a dança ajuda até mesmo na educação do trânsito. Em uma de minhas andanças pela internet dei de cara com uma matéria intrigante e bastante criativa. Acompanhem logo abaixo o vídeo de um dançarino no sinaleiro.

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Fonte: BrainStorm
A distração acabava impedindo que eles tentassem atravessar antes da hora, além de ser todo um show à parte

por Jacqueline Lafloufa - @jacquelinee - 17.set.2014

A convivência pacífica entre pedestres e motoristas muitas vezes é mantida por um simples sinal verde ou vermelho, que sugere o melhor momento para atravessar um cruzamento. Ainda assim, na pressa do dia a dia, nem sempre os pedestres esperam o bonequinho verde aparecer para cruzar a rua de um lado para o outro.

Mas… e se eles estivessem distraídos enquanto esperam?

Essa ação da Smart em Portugal fez exatamente isso: transformou o bonequinho vermelho em uma transmissão direto de uma cabine de dança. O dançarino tinha câmeras que mostravam o quanto as pessoas estavam entretidas com seus movimentos, o que o incentivava a ser ainda mais criativo nos seus passos, e quem estava na calçada acabava entrando no ritmo, fazendo a espera para atravessar a rua parecer menos tediosa.

A criação é da BBDO da Alemanha.




terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dança Gamboa recebe solos de Denise Stutz e Dudude


"Finita" e "A projetista" terão apresentações no teatro Galpão Gamboa

Nos próximos dias 27 e 28 de setembro, a mostra Dança Gamboa terá programação dupla. O projeto receberá os solos "Finita", de Denise Stutz, e "A projetista", de Dudude, que se apresentarão às 19h30 e às 21h, respectivamente.

Lançado no dia 30 de agosto, o Dança Gamboa, projeto do Galpão Gamboa dedicado à dança, está em sua segunda edição e vai até novembro. A curadoria é da bailarina e coreógrafa Marcia Rubin e do diretor e produtor Cesar Augusto. A direção de produção está a cargo de Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa e sócio da produtora Pequena Central, ao lado do ator Marco Nanini.

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Finita

Desenvolvido nos últimos dois anos o espetáculo teve como ponto de partida uma carta enviada pela mãe da artista Denise Stutz. Com essa inspiração, Denise utilizou a arquitetura cênica do teatro para elaborar o conceito de perda e trabalhar os temas do envelhecimento e da ausência, sob a perspectiva da dança.
O solo "Finita" surge da necessidade de compreender e suportar a ausência. Entender o movimento naquele que observa, naquela que falta. A presença que se estabelece a partir da ausência do outro, o desaparecimento, o esquecimento. Na trilha sonora, J.S.Bach, Tchaikovsky e outros.

"Finita é um projeto que desenvolvi durante dois anos. Durante o processo, publiquei em um blog (denisestutz.wordpress.com/) anotações, leituras, fotos e vídeos de referência. Produzi e criei um vídeo-ensaio ("Até que você me esqueça"), para pesquisar texto, movimentos e palavras", explica Denise. "A palavra, o texto, o silêncio como movimento. A proximidade do espectador sem implicar em uma ação direta, mas buscando no reconhecimento da plateia a afetividade da memória, a sensação do presente momento que encadeia o discurso são elementos que busco trabalhar neste projeto", completa.

Denise Stutz

Iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte. Em 1975, junto a outros 10 bailarinos fundou o Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Foi professora do curso técnico da Escola Angel Vianna. A partir de 2003 começa a desenvolver seu próprio trabalho solo apresentando-se em várias cidades brasileiras, na Europa, África e Austrália. Trabalhou com o diretor da Rede Globo, Luiz Fernando Carvalho, criando as coreografias e a direção de movimento da minissérie Capitu.

Ficha técnica

Texto, direção e interpretação: Denise Stutz
Colaboração: Clara Kutner
Direção técnica: Daniel Uryon
Musicas:
J.S.Bach (Prelúdio e fuga em dó maior)
Tchaikovsky (Quebra nozes)
Ray Noble e Al Bowlly (Midnight whit the stars and you)

Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos


A projetista, de Dudude

Em cena, a intérprete disserta todo o tempo sobre o seu possível e próximo projeto artístico. Ela projeta no espaço sempre um pouco mais adiante. Cada insinuação de dança ou pensamento é uma nova ideia e vontade que brota de uma mente e um corpo inquieto. "Este trabalho talvez seja um desabafo, um manifesto, de mais um artista criador de nosso tempo, frente aos mecanismos para se viabilizar a cultura e a arte", afirma Dudude.

O espetáculo estreou no Festival 1, 2 na dança, em Belo Horizonte, em setembro de 2011, e, em março de 2012 cumpriu uma mini temporada também na cidade. "A projetista" participou de festivais por várias capitais e cidades do Brasil, como São Paulo, Santos, Salvador, Natal ,Recife, Brasilia, São Luiz do Maranhão, Uberlândia, Ouro Preto, entre outras.

A ideia de montar o espetáculo nasceu no momento em que Dudude encerrava as atividades de seu estúdio e de sua companhia BenVinda, em Belo Horizonte, e se preparava para uma fase de construção de novos modos operantes de trabalho: a palavra de "ordem" ou "desordem" é simplificar. Assim, Dudude se torna uma artista autônoma, reaprendendo a administrar a liberdade de uma pessoa só. Agora ela começa a buscar outras formas de financiar seus desejos e faz as próprias escolhas, como por exemplo, entrar ou não em editais. Em 2010, ela sinaliza uma primeira tentativa com a fundação de um Atelier, que já nasce com esse propósito independente, prezando o encontro, o compartilhamento, a troca, o fomento e a criação.

Depois de mais de 15 anos atuando na direção de seus espetáculos, Dudude se propõe a trocar de lugar e ser dirigida. Para a função, a artista convida Cristiane Paoli Quito, de São Paulo, diretora da Cia Nova Dança 4. "Ser dirigida por Quito é um desejo antigo, que agora se realiza", explica. Outro bom retorno foi com Lydia Del Picchia, do Grupo Galpão, que assume a assistência de direção. As duas trabalharam juntas no Grupo TransForma, extinto em 1985.

Para a construção desse trabalho, a artista bebeu em fontes geradoras de potência, poetas e pensadores que alimentam e fazem lembrar do poder de imaginar, da liberdade e da simplicidade. Como Leonardo DaVinci, que viveu como um verdadeiro projetista; Henry D. Thoreau, preocupado com a direção que o mundo tomava, com a vida dos rios, montanhas, bichos; Gibran Kahlil com seus poemas de autonomia e liberdade; Fayga Ostrower, com sua delicadeza de entender a arte, entre outros.

Dudude

Bailarina, improvisadora, coreógrafa, diretora de espetáculos e professora de dança, Dudude começou os estudos nos anos 70 e fez parte da geração do Grupo Trans-Forma BH/MG. Dirigiu seu estúdio por 15 anos com diversas atividades na área de dança e seus desdobramentos. Esteve à frente da Benvinda Cia de Dança por 16 anos. Foi bolsista do Ministério da Cultura do Brasil pelo projeto Bolsa Virtuose 2000, em residência no Centro Coreográfico de Orleans. Em 2003/2004 desenvolveu seu projeto "Poética de um Andarilho - a escrita do movimento no espaço de fora", viabilizado pelas Bolsas Vitae de Artes. No ano de 2012 celebra 40 anos de caminho artístico e lança seu livro "Caderno de notações- a poética do movimento no espaço de fora" Ministra cursos e oficinas no campo da produção de sensibilidades.

Cristiane Paoli Quito

Começou a trabalhar com arte em 1977. Desde então, atuou como diretora, criadora, realizadora, atriz e produtora. Sócio-fundadora da Pimba Produções artísticas e diretora da Cia. Nova Dança 4. Projeta-se na cena teatral paulista nos anos 90, com seus espetáculos que trazem as técnicas e referências da commedia dell'arte. Poucos anos depois, volta-se para a dança, e desenvolve linguagem própria, com foco na pesquisa sobre a dramaturgia do intérprete improvisador. A partir de 1996 une-se a Tica Lemos e cria a Cia. Nova Dança 4. Recebeu diversas indicações e levou: o Prêmio SHELL (2004) de melhor direção e melhor espetáculo, Prêmio do Governador do Estado de São Paulo para a Cultura por melhor espetáculo de dança (2010), entre outros. Foi contemplada pelo Bolsas Viatae de Artes (2001) e participou de Festivais nacionais e internacionais, como Festival Nacional de Teatro de Cutiriba, Curta Dança Nacional e São José do Rio Preto e Festival Internacional de Dança.

Ficha técnica

Concepção e interpretação: Dudude
Direção: Cristiane Paoli Quito (SP)
Assistência: Lydia Del Picchia
Figurino: Marco Paulo Rolla
Costureira: Mercia Louzeiro
Trilha sonora: Natalia Mallo e Danilo Penteado
Desenho de luz: Bruno Cerezoli
Captura de imagem e vídeo: Joacelio Batista e Frederico Herrmann

Duração: 50 minutos
Classificação: 12 anos


SERVIÇO

Data: 27 e 28/09
Horário: 19h30 (Finita) e 21h (A projetista)
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)
Vendas de ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)



domingo, 21 de setembro de 2014

"O confete da índia" tem única apresentação na Penha


Além do solo de André Masseno, haverá debate com o pesquisador Fabio Carvalho na Arena Dicró

No dia 27 de setembro, sábado, o espetáculo de dança contemporânea "O confete da índia" tem única apresentação na Arena Carioca Dicró. A performance tem concepção, direção e dramaturgia de André Masseno e recebeu o prêmio APCA de melhor projeto artístico em 2013. Após o espetáculo, haverá um debate com o pesquisador Fabio Carvalho sobre o corpo e o movimento contraculturas brasileiro.

O confete da índia é um espetáculo solo que dialoga com a postura corporal do desbunde, arte e atitude contra culturais entre os anos de 1960 e 1970, que, inspirados pela leitura do comportamento dos índios antropófagos feita pelos Modernistas da Semana de 22, deglutiam culturas e posturas estrangeiras para criarem um modo tipicamente extasiado de vivenciar e olhar o mundo. Neste espetáculo, o desbunde é uma experiência corporal do êxtase, quando o corpo se desloca para fora de si em direção a um estado de explosão e transbordamento.

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O espetáculo é um jogo de deglutição e reprocessamento do alheio, gerando um acontecimento repleto de gestualidades, imagens e estados de presença que revisitam a experiência física do corpo-em-desbunde, de sabor extático e tropical, e que pode ser entrevisto em algumas obras resultantes do período em questão e com as quais o espetáculo se confronta. Entre elas, a performance da cantora Gal Costa no álbum Índia (1973), as fotos de foliões do Carnaval carioca feitas por Arthur Omar na série Antropologia da Face Gloriosa (1973-1996) e a corporeidade andrógina do grupo Dzi Croquettes.



André Masseno 

Coreógrafo e perfomer, mestre e especialista em Literatura Brasileira pela UERJ e graduado em Artes Cênicas pela UniRio.Há quatorze anos vem desenvolvendo espetáculos solos, interessados em discutir as relações entre arte, sexualidade e gênero. São de sua autoria as obras "ana/grama"(1999-2001), "I’m not here ou A morte do Cisne" (2004), "Outdoor Corpo Machine" (2008), "To be or not to be (queer): that’s a toxic question" (2011) e "O Confete da Índia" (2012).


Ficha técnica
Concepção, direção, dramaturgia e performance: André Masseno
Colaboração dramatúrgica e assistência de direção: Tuca Pinheiro
Desenho de luz: Renato Machado
Direção de arte: Fábio Carvalho
Direção de produção: Verônica Prates
Figurinos e seleção da trilha sonora: André Masseno
Consultoria teórica: Leonardo Davino
Fotografia: Nilmar Lage
Realização: Quintal Produções Artísticas Ltda

Serviço:
Data: 27/09 (sábado)
Horário: 19h
Local: Arena Carioca Dicró - Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Classificação: 16 anos
Tempo de duração: 60 minutos

Informações para a imprensa:
RPM Comunicação
Érica Avelar - erica@rpmcom.com.br - (21) 3478-7437 / 98272-2337
Marina Avellar - marina@rpmcom.com.br - (21) 3478-7414/ 98272-2335
Júlia Ferreira - juliaferreira@rpmcom.com.br - (21)3478-7420 / 98222-027



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

#GALA_CLÁSSICA - Seletiva em Paulínia


A Prefeitura de Paulínia, por meio da Secretaria de Cultura, vai realizar pela primeira vez uma seletiva para audição de Gala Clássica. As seletivas serão realizadas na sexta-feira (26). O público serão crianças de oito anos completos a adolescentes de 18 anos. A Gala Clássica será realizada de 09 a 12 de outubro, no Theatro Municipal “Paulo Gracindo”.

As seletivas serão realizadas no Ginásio Poliesportivo dos Trabalhadores "Éttori di Blasio" (Monte Alegre III), das 8 horas às 9 horas; Parque da Amizade (Morro Alto), das 9h30 às 10h30; Parque da Amizade (Morro Alto), das 14 horas às 15 horas e Ginásio de Esportes "Agostinho Fávaro” (João Aranha), das 15h30 às 16h30.

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Para a secretária de Cultura, Monica Trigo, essa é uma grande oportunidade para revelar talentos que muitas vezes ficam escondidos. “Estamos apoiando uma iniciativa que abrirá portas para muitas pessoas da nossa cidade”, disse.

Os participantes com faixa etária entre  08 anos completos e 11 anos não precisam saber dançar. Já os de 12 anos a 18 anos precisam ter um pouco de experiência em dança

O traje exigido para o dia da seletiva é colan ou camiseta e shorts ou bermuda para meninas e camiseta com ou sem mangas e shorts ou bermudas para meninos.


A Gala

A Gala Clássica é um evento idealizado pela bailarina e produtora artística Priscilla Yokoi e contará com o apoio da prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura.

Essa ação cultural tem como objetivo realizar workshops gratuitos com professores internacionais, produzir espetáculos de dança clássica de qualidade, proporcionando intercâmbio entre bailarinos renomados mundialmente e estudantes brasileiros.

De acordo com Priscilla, a Gala tem a preocupação com a inclusão social, integrando ações culturais. Trabalha, desde sua primeira edição, com a participação especial de bailarinos profissionais internacionais, bailarinos estudantis brasileiros e bailarinos deficientes visuais, mostrando que a arte da dança é para todos.

Segundo ela, encontrar talentos nas comunidades e periferias de todo Brasil também faz parte do programa de atividades da ação. Crianças e jovens têm a possibilidade de conhecer o universo da dança e encontrar nela sua profissão.

“A cada ano a Gala Clássica me emociona e motiva. Consigo abrir portas para bailarinos que muitas vezes não possuem a condição necessária para alcançar o sonho de subir em um palco e mostrar o seu talento. Tenho visto, a cada espetáculo, sonhos realizados, pessoas sendo impactadas e tendo suas vidas mudadas por uma simples porta que se abriu”, afirmou Priscilla.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail galaclassica2014@gmail.com.

Serviço

Gala Clássica 2014

Data: 26/09/2014

Locais:

Ginásio Poliesportivo dos Trabalhadores "Éttori di Blasio" (Monte Alegre III) – 8 horas às 9 horas

Parque da Amizade (Morro Alto) – 9h30 às 10h30

Parque da Amizade (Morro Alto) – 14 horas às 15 horas

Ginásio de Esportes "Agostinho Fávaro” (João Aranha) – 15h30 às 16h30)



Mostra CELTA Brasil 2014


Show de música e dança, mostra de trabalhos com grupos de dança irlandesa do Brasil e exterior.

Cia Celta Brasil e Oran Irish Music recebem entre os convidados: Celtic Argentina Danzas Irlandesas, Estúdio Soniquete de Arte Flamenca, Francine Momesso Dance School, Terra da Juventude entre outros.


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Público Alvo: Interessados pela cultura em geral

Quando: 27 de setembro (sábado), às 21h

Onde: Teatro Castro Mendes - Rua Conselheiro Gomide, 62 - Vila Industrial, Campinas - SP, 13035-320

Entrada: R$ 30,00 (inteira) /R$ 15,00 (meia) / R$ 20,00 (antecipado)

Informações e venda: Escola Banana Broadway (Rua Prof. Luís Cerqueira Monteiro, nº 32 – Vila Lídia – Campinas/SP - CEP 13260-511)

www.festivalceltabrasil.com.br



Projeto Travessias 3 promove encontros na Maré


Os eventos contam com debate, shows, performance de passinho, grafite, projeções e campeonato de skate

No próximo sábado, dia 20 de setembro, o Travessias 3 - Arte contemporânea na Maré, uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, promoverá o primeiro de uma série encontros, que serão realizados ao longo da exposição.

O encontro começa no Centro de Artes da Maré e trará o tema "Corpo também é cultura!". Para debater o assunto, participarão nomes como Carmem Luz, diretora e coreografa da Cia Étnica de Dança; Daniel Tucci, artista e tatuador; Ronald Sheik, dançarino do grupo Na Batalha; e Nayse Lopez, jornalista e crítica de Dança. A apresentação será da artista Dora Longo Bahia.

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Na atividade, serão abordadas as seguintes questões: Como nos expressamos por meio do nosso corpo hoje? O corpo é também lugar para transgressão? Corpo é força e beleza? Corpo é um mercado de consumo? Tem arte que liberta o corpo? Tudo isso será debatido com pessoas que pensam e agem sobre o corpo. Um corpo que também é território para o contemporâneo - na dança, na tatuagem, na virilidade, na estética, no consumo.

Logo após, as ações continuarão no Pontilhão Cultural, onde o Travessias promoverá shows das bandas Cão (Dora Longo Bahia, Bruno Palazzo, Maurício Ianês e Ricardo Carioba) e Ágona, além de campeonato de skate, mutirão de grafite, projeções e intervenções

Os eventos são abertos ao público e têm entrada gratuita.

Sobre o Travessias 3

Aberta ao público no dia 23 de agosto, a exposição Travessias - Arte Contemporânea na Maré chega ao seu terceiro ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre a arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade.

Com organização do artista plástico carioca Daniel Senise, o projeto reúne trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restiffe, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo, programa realizado pelo Observatório de Favelas.

Uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, Travessias 3 fica em cartaz, gratuitamente, até 16 de novembro, no Galpão Bela Maré.

Programação 20 de setembro (sábado):

Centro de Artes da Maré (Rua Bittencourt Sampaio, 181 - Entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil)
16h às 18h: Encontro "Corpo também é cultura"
Performance Passinho

Pontilhão Cultural (Rua Praia de Inhaúma s/n - Maré/ Em baixo do viaduto da Linha Amarela)
19h: Campeonato de Skate
20h: Show Cão (SP)
21h: Ágona (RJ)
Mutirão de Grafite/Projeções/Intervenções

Entrada gratuita



"Entrelace" tem apresentações no Dança Gamboa


Espetáculo de dança contemporânea envolve as crianças com jogos populares tradicionais e parlendas infantis

Nos próximos dias 20 e 21 de setembro, às 11h, o espetáculo de dança contemporânea "Entrelace", da Cia de dança Teatro Xirê, terá apresentações no teatro Galpão Gamboa. A peça, voltada para o público infantil, integra a programação da mostra Dança Gamboa. A concepção, coreografia e direção artística são de Andrea Elias
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Lançado no dia 30 de agosto, o Dança Gamboa está em sua segunda edição e vai até novembro. A curadoria da bailarina e coreógrafa Marcia Rubin e do diretor e produtor Cesar Augusto. A direção de produção está a cargo de Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa e sócio da produtora Pequena Central, ao lado do ator Marco Nanini.

Entrelace

O espetáculo começa logo quando o público entra no teatro. Os intérpretes vão até cada criança e movimentam-se coreograficamente com elas pelo palco até o local onde vão se sentar. Pais, tios e avós também participam deste jogo. Todos se sentam nos banquinhos espalhados pelo palco. Este movimento prepara o público para os momentos de diversão que ocorrerão no desenrolar da peça.

Diferentemente dos espetáculos convencionais, em "Entrelace" (do verbo entrelaçar; enlaçar-se reciprocamente) o público é cuidadosamente convidado a ocupar o seu lugar. Como sugere o título, os movimentos se desenvolvem numa dinâmica que envolve e enlaça o público, sempre partindo de jogos populares tradicionais e de parlendas infantis. Assim, a plateia é convidada ao encontro com o outro e a perceber, durante a performance, sutis espaços de relação e convivência. Cada momento se desencadeia e enlaça o próximo a partir do movimento crescente e da transformação do momento anterior. Entre uma brincadeira e outra, o público identifica a dança em lugares onde antes havia apenas o jogo e nas passagens dos momentos coreográficos reaviva-se a memória das brincadeiras que fazem parte do repertório de cada um de nós.

Currículos

Andrea Elias - concepção, coreografia e direção artística - Atriz e bailarina, mestre em Teatro com a dissertação "Fio de Ariadne: caminho para a construção de uma dramaturgia corporal a partir do espetáculo Cnossos", especialista em Educação Estética e licenciada em Artes Cênicas. Suas pesquisas e produções se situam no hibridismo das linguagens da Dança, do Teatro e do Circo. Desde 2003 dirige a Cia Teatro Xirê, com cujos espetáculos já percorreram o Brasil, Europa, América Latina e Ásia. Como intérprete participou de festivais internacionais de dança e teatro.

Norberto Presta - consultoria dramatúrgica - Ator, diretor, pedagogo e escritor teatral ítalo-argentino, fundador do Centro di Produzione Teatrale "Via Rosse" (Itália). Iniciou sua atividade teatral em 1971, estuda na Escola Municipal de Arte Dramática e no Conservatório Nacional de Buenos Aires (Argentina), em 1981 participa do ISTA (International School of Theatre Anthropology) dirigido por Eugenio Barba. Desde 1981, trabalha na Europa, Argentina e Brasil. Escreveu, dirigiu e interpretou numerosos espetáculos, participando de festivais na Itália, Áustria, Republica Tcheca, Espanha, México, Argentina, Brasil, Equador. Desenvolve intensa atividade formativa, colaborando com grupos teatrais em vários países: Alemanha, Itália, Argentina, Espanha, Brasil. Os temas sociais e políticos, num teatro onde a imagem e o corpo são protagonistas, fazem o conteúdo e a forma de seu trabalho.


Ficha técnica

Concepção, coreografia e direção artística: Andrea Elias
Pesquisa e performance: Andrea Elias, Carina Nagib, Heder Magalhães e Tânia Ikeoka
Consultoria dramatúrgica: Norberto Presta
Direção de movimento: Andrea Elias e Paulo Marques
Mestre de balé: Paulo Marques
Trilha sonora e direção musical: PC Castilho
Figurino, cenário e adereços: Joana Lavallé
Designer e animações: Miguel Carvalho
Desenho de luz: Djalma Amaral e Andrea Elias
Assistente de produção: Aloísio Antunes
Realização: Teatro Xirê
Produção: Trânsito Produções Culturais LTDA
Duração: 50 minutos
Classificação etária: livre


SERVIÇO

Data: 20 e 21 (sábado e domingo)
Horário: 11 horas
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Ingressos: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)/R$ 2 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)
Vendas de ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)