Vote Mundo da Dança na 5º Edição Prêmio Top Blog 2013

VOTEM no blog "Mundo da Dança" !!! Que esta concorrendo pelo quarto ano consecutivo ao Prêmio Top Blog 2013 na Categoria "Arte e Cultura"

E-book Curso Dança Gospel - Tudo sobre esse estilo !!!

Mundo da Dança esta lançando o seu primeiro E-book - Curso Dança Gospel. Realize a "EVANGELIZAÇÃO" e "ADORAÇÃO" à Deus através da dança...

Série - Volta ao Brasil em 27 Danças

Série sobre Danças Folclóricas de todo o Brasil. Fazendo uma viagem pelos 27 Estados da Federação. Lindo trabalho de pesquisas sobre a Dança...

Série: Danças Africanas

Esta nova série de postagens irá mostrar as Danças Africanas de 5 países de expressão portuguesa, ou seja que usam a língua portuguesa para se expressarem. Espero poder contribuir ricamente para o conhecimento e estudos sobre esse assunto. E valorizar ainda mais o povo africano pela sua enorme contribuição na cultura mundial.

Festivais, Workshops e Espetáculos - Mundo da Dança

Agora o blog Mundo da Dança conta com uma novidade. Dentro do Blog temos as páginas estáticas que mostram apenas assuntos em separado. Assim desse modo fica muito simples e fácil ficar por dentro de algumas notícias tais como: Os principais Festivais, Espetáculos e Workshops que noticiamos aqui no blog.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Dança Burlesca - Sua História


A apresentação burlesca ou a arte do burlesco se refere a um tipo de apresentação teatral que consiste em uma paródia ou sátira (que muitas vezes implica uma apresentação de striptease e às vezes lembra a chanchada). Alguns autores definem o teatro burlesco como descendente direto da Commedia dell'arte, "farsa" ou "burla" para uma paródia ou comédia de costumes aparece aproximadamente ao mesmo tempo em que surge a primeira aparição da Commedia dell'arte. Burlesco faz parte da categoria estética grotesca, sendo uma representação teatral ou dança. Representação de caráter exagerado, parodiando temas dramáticos com alto teor farsesco, esta forma cômica trata de personagens extravagantes e bufonas. Autores que discorrem sobre o grotesco, citam o burlesco como variante ligada a encenação. Procurar Mickhail Bakhtin, Wolfang Kayser, Muniz Sodré, Raquel Paiva, Patrice Pavis.

O Burlesco é uma arte performativa que remonta a 1600 e que pode misturar vários tipos de disciplinas (teatro, circo, ballet, pantomina, entre outros) . É um descendente da Commedia dell'arte, tendo por isso uma grande componente de comicidade. O renascimento do Burlesco na década de 80, com performers como a Dita Von Teese a trazerem o Burlesco para um circuito mais mainstream (o que não tinha acontecido até então), adicionam ainda mais variedade à disciplina, gerando um movimento - Neo Burlesque, com números muito mais risqué, como os da performer Empress Stah. Passamos agora por um momento único na história do Burlesco, com o nascimento do Boylesque - performers masculinos de Burlesco.

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Ao contrário do que se pode pensar, o Burlesco não se trata de um grupo de strippers que se apresentam num palco, muito pelo contrário.

O Burlesco é um directo descendente da chamada Commedia dell'arte, uma forma de teatro de improviso que se realizava em Itália, muito popular entre os séculos XV e XVII. Eram pequenas companhias compostas no máximo por 10 elementos que viviam das contribuições populares aquando das suas performances ao ar livre.Versavam temas convencionais da época como o ciúme, o adultério, os afectos e mesmo alguns peças de comédias romanas e gregas perdidas no tempo. Muitas dessas peças romanas e gregas tinham personagens que satirizavam escândalos locais, eventos da altura, gostos regionais, piadas variadas de caríz cultural, etc. Ainda hoje conseguimos identificar muitas dessas personagens que se foram afirmando na Commedia dell'arte, como o Arlequim, a Colombina, o Brighella, entre outros.

(...)Sendo Commedia dell'arte uma das fontes principais de muitas das artes perfomativas modernas ( ballet, marionetas, stand-up comedy, sátira, pantomina, striptease, dança erótica, entre muitas outras) naturalmente ela acabou por ter expressão num país recente como os Estados Unidos da América.

O Burlesco surge assim no século XIX nos chamados Music Hall dos EUA e do Canadá, sendo estes espaços um conceito inglês, onde em resultado da urbanização e da industrialização, se criou uma espécie de teatro britânico de entretenimento popular composto essencialmente por música, comédia e performances especiais (muitas vindas do circo, como trapesistas, ventríloquos, comedores de fogo, marionetistas, entre muitos outros). Esses espaços surgiam como contraposição à ‘ordem dos teatros tradicionais’, sendo que nos ‘Music Hall’ se podia consumir álcool, estar em pé, sentarem-se em mesas, muito mais próximo da cultura popular da época e consequentemente menos elitista.

Estes espaços foram muito populares entre 1850 e 1960 em Inglaterra, E.U.A. e Canadá. Após a IIª Guerra Mundial entram em declínio com a afirmação da televisão nas práticas culturais e com uma nova linguagem musical radicalmente diferente que surgia e encontra outros espaços para se afirmar: o rock’n’roll. No entanto, deixou um legado muito relevante na produção artística, desde a música ao teatro, sendo que o seu apogeu é considerado no período entre as duas Grande Guerras.

Ao Burlesco (que era essencialmente composto pela sátira, performances e espectáculo de adultos), nos E.U.A. e Canadá, junta-se uma linguagem especifica, mas mais alargada, o Vaudeville (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade), que era uma forma de arte que se afirmou essencialmente desde o inicio de 1800 até 1930 e foi buscar as suas origens aos espectáculos que se reealizavam nos saloons, freak shows e nos chamados Dime Museums (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas), bem como à literatura burlesca. O Vaudeville foi um das formas de arte mais populares nos E.U.A. nos fins do século XIX. Todos os dias nos já referidos Music Hall eram apresentados uma série de performances sem qualquer relação entre eles, desde músicos (clássicos e populares), dançarinas, comediantes, animais amestrados, mágicos, imitadores, acrobatas, pequenas peças de teatro e inclusive a dada altura, pequenos filmes.

O Burlesco trata-se assim de uma rica forma de arte musical e cómica nos Estados Unidos da América que remonta aos anos de 1830/40 e que se foi redefinindo ao longo de décadas até essencialmente 1960. No seu inicio, no século XIX, o Burlesco teve um papel fundamental na mudança de costumes, principalmente na visão sexual da mulher. Pela primeira vez a mulher norte-americana podia mostrar o seu corpo, facto esse que iria marcar decisivamente toda a cultura popular associada ao género feminino, e posteriormente desenvolvida pelas chamadas Indústrias Culturais. Expressava igualmente o confronto entre a cultura aristocrata da época Victoriana e a nova cultura operária que surgia em massa.

Assim, no século XIX o termo burlesco era ainda usado para um conjunto de espectáculos cómicos, que pretendia satirizar o modo de vida das elites sócio-económicas dos E.U.A. e da Inglaterra. O seu sucesso junto das classes mais desfavorecidas e da classe média em muito deve a essa linguagem de crítica social em forma de comédia. A história mostra claramento isso quando olhamos para os enormes sucessos no século XIX das peças de burlesco produzidas e protagonizadas por actores da época como William Mitchell, John Brougham e Laura Keene.O declínio do Vaudeville e do Burlesco inicia-se com a afirmação do cinema no inicio do século XX e com a utilização daqueles espaços populares usualmente utilizados por esses espectáculos, para a apresentação de películas cinematográficas. A competição com os preços baixos do cinema e o cariz claramente popular do mesmo deixavam pouca margem de manobra para uma expressão artística que se tinha afirmado no século anterior. A redução dos grandes circuitos que tinham sido construídos no século XIX para a apresentação destas novas expressões de arte popular contribuíram para uma lenta decadência dessas mesmas expressões artísticas. O seu fim acelarou-se no período pós IIª Guerra Mundial, com o surgimento da televisão, redefinindo por completo as práticas culturais dos ingleses, norte-americanos e canadianos.

O Vaudeville e o Burlesco acabaram por fazer a sua migração para outras plataformas de exposição pública, como a rádio e a televisão, sendo que muitos dos programas da televisão devem a este conceito o seu sucesso, como foi o caso nos E.U.A. do The Ed Sullivan Show. Hoje assiste-se a um revivalismo do Burlesco e do Vaudeville, que se iniciou nos anos 90 com alguns grupos interessados em renovar e revitalizar esta expressão de arte, essencialmente em Nova York e em Los Angels. Essas iniciativas nos anos 90 de rivivalismo permitiram inspirar toda uma nova geração de performers nos E.U.A. e no Canadá, constituindo-se hoje como uma verdadeira expressão de cultural popular, à semelhança da sua origem. Hoje o novo Burlesco é composto por muitas artes perfomantivas, inter-disciplinares, incluindo desde o striptease (de uma forma muito mais sensual e menos sexual que no seu inicio), adereços vistosos, humor negro, cabaret, magia, entre muitas outras expressões de arte perfomativa.

Nova York, Los Angels e São Francisco são hoje das cidades que mais contributo estão a dar ao revivalismo deste conceito, sendo a primeira cidade aquela que mais contribuí para isso, com a sua vida nocturna e os seus equipamentos de entretenimento e culturais.É neste contexto que surgem novas propostas artísticas, espectáculos e festivais de Burlesco, como o Tease-O-Rama, New York Burlesque Festival, The Great Boston Burlesque Exposition, Lucent Dossier Vaudeville Cirque, Yard Dogs Road Show, Miss Exotic World Pageant, etc. Inclusive, esta centenária linguagem artística que hoje se renova, encontra expressão mundial plataformas, como a utilização de todo o conceito do Burlesco no teledisco da banda norte-americana Panic! at The Disco, onde participaram os Lucent Dossier Vaudeville Cirque."

Fonte: Wikipédia - A enciclopédia livre


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Royal Opera House Cinema encerra temporada com "O Conto de Inverno"‏


THE ROYAL BALLET NA REDE CINEMARK ENCERRA TEMPORADA COM O BALÉ “O CONTO DE INVERNO”

“O Conto de Inverno”, baseado na obra homônima de William Shakespeare, encerra a temporada 2014 da Royal Opera House Cinema, exibida por aqui com exclusividade pela Rede Cinemark. Salas de cinema de todo Brasil exibem o espetáculo nos dias 28, 29, 30 de junho e 1º de julho.

Após o sucesso de Alice no País das Maravilhas em 2013, o público poderá conferir mais um clássico da literatura inglesa apresentado pelo The Royal Ballet. Com produção de Christopher Wheeldon, o balé é uma emocionante história de amor, perda e reconciliação.

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Os ingressos já podem ser adquiridos. Mais informações e a programação completa da temporada de 2014 estão disponíveis no site http://www.cinemark.com.br/royal-opera-house – os valores dos ingressos em cada cidade estão na tabela abaixo. Cliente Cinemark Mania tem 50% de desconto no valor do ingresso.

Segundo a diretora de marketing da Rede Cinemark, Bettina Boklis, a exibição dos espetáculos da companhia no Brasil é um diferencial. “Ao transmitir a temporada da Royal Opera House de Londres, a Cinemark oferece ao público brasileiro espetáculos da mais alta qualidade artística que reúnem dança, música e artes cênicas”, afirma.

O espetáculo

JUNHO/JULHO

Dias: 28, 29, 30 de junho e 1º de julho

Espetáculo: “Conto de Inverno”

Sinopse: O balé de Christopher Wheeldon traz para o palco o romance de William Shakespeare e sua trama de amor, perda e reconciliação. A história gira em torno do fim de um casamento pelo ciúme doentio. Acontecimentos mágicos nos levam a um final de perdão e reconciliação. Wheeldon conta com a colaboração do designer Bob Crowley e do compositor Joby Talbot. “Conto de Inverno” é um dos pontos altos da temporada do The Royal Ballet.

Ficha técnica:

Duração: 2h55 (dois intervalos)
Coreografia: Christopher Wheeldon
Música: Joby Talbot
Designs: Bob Crowley
Iluminação: Natasha Katz

Royal Opera House

A Royal Opera House apresenta mais de 400 espetáculos por ano no seu consagrado teatro em Londres, em Covent Garden, e atinge um público de mais de 650 mil pessoas. Em 2012, mais de 7,5 milhões de pessoas apreciaram os espetáculos no mundo todo através de sessões de cinema. O Brasil tem um papel importante entre os mais de 35 países onde são apresentadas as óperas e os balés da ROH desde 2011, quando foi o segundo país em público na exibição de “Carmen em 3D”, atrás apenas do Reino Unido.

Rede Cinemark no Brasil 

Líder no mercado exibidor, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 535 salas de cinema em 68 complexos distribuídos por 16 estados e Distrito Federal: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Goiás, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Amazonas, Tocantins e Pernambuco. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com 254 salas com a tecnologia de projeção digital em 3D no país. Recentemente, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. As salas XD já estão presentes em 28 complexos. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com serviços como cardápio especialmente criado pela chef Morena Leite, e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar, que pode ser entregue diretamente na sala. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela internet, além de contar com os diversos aplicativos de consulta da programação para Windows 8, Windows Phone, Android, iPhone e Blackberry, que fazem parte da plataforma mobile da Cinemark.  

Valores dos ingressos em cada cidade

Aracaju (SE) – Shopping Jardins
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Belo Horizonte (MG) – Pátio Savassi/BH Shopping/Diamond Mall
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Brasília (DF) – Iguatemi Brasília
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Campinas (SP) – Iguatemi Campinas
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Campo Grande (MS) – Shopping Campo Grande
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Cuiabá (MT) – Goiabeiras Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Curitiba (PR) – ParkShopping Barigui/Shopping Mueller
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Florianopolis (SC) – Floripa Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Goiânia (GO) – Flamboyant Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Londrina (PR) – Boulevard Londrina Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Niterói (RJ) – Plaza Niterói
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Porto Alegre (RS) –Barra Shopping Sul/Shopping Bourbon Ipiranga
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Recife (PE) – Riomar Recife
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Ribeirão Preto (SP) – Novo Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Rio de Janeiro (RJ) – Downtown/Botafogo Praia Shopping
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Exceto: Shopping Village Mall  - R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Salvador (BA) – Salvador Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Santos (SP) – Praiamar Shopping Center
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São Caetano do Sul (SP) – ParkShopping São Caetano
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São José dos Campos (SP) – Colinas Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

São Paulo (SP) – Eldorado/Iguatemi/Villa-Lobos/Pátio Higienópolis/Pátio Paulista/ Metrô Santa Cruz/Mooca Plaza Shopping/Metrô Tucuruvi/Market Place
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Exceto: Cidade Jardim: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)

Uberlândia (MG) – Uberlândia Shopping
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Vitória (ES) – Shopping Vitória
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)



sábado, 14 de junho de 2014

Jundiaí terá tarde de Shows e Entretenimento !!!


A casa de chás Portal do Egito realiza no próximo dia 15/6, a partir das 16 horas uma tarde de shows e entretenimento, reunindo diversos grupos e artistas da cidade.

O Espaço do Sapateado marcará presença no evento levando seus alunos a apresentarem diferentes performances. "Nossa intenção é mostrar que, além de sapatear, nossos alunos possuem outros talentos.


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E esta será uma ótima oportunidade para demonstrar isso", explica Ana Raquel D´Angieri, proprietária do Espaço. "Além disso, o palco estará aberto para quem quiser participar e mostrar seu talento", completa.
O evento contará com a participação da Sabatum Cia de Sapateado, única companhia da cidade formada inteiramente por bailarinos profissionais, que mostrarão a arte de tirar música dos próprios pés, premiados recentemente no dia 16/05/2014 na “Mostra de Dança de Jundiaí”

No dia será cobrado um Couvert Artístico no valor de R$ 10,00. A casa de chás Portal do Egito fica na Rua dos Bandeirantes, 281.

Informações a imprensa
Rosa Matte Eventos e Assessoria em Comunicação

domingo, 8 de junho de 2014

Dança Havaiana - Hula e suas variáveis


Hula é o termo para a dança dos havaianos.
A origem da Hula é para adoração aos deuses através da dança. Hula é a história sendo contada, uma pantonímia, em variação com cânticos e vários instrumentos.
HulaA Hula Kahiko (antiga) é considerada o estilo antigo em contraste com as hulas melódicas com típicas canções havaianas acompanhadas de violão ou ukele, que é conhecida com Hula A’uana.

Mais um artigo trazido aqui para falar sobre a Dança Havaiana que complementa o assunto de que já tratamos em outra postagem. Se você não viu ainda a outra matéria poderá acompanhar mais sobre o assunto em outro artigo escrito aqui no Blog Mundo da Dança: Dança Havaiana - Hula.


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Estes são alguns estilos de Hula, que variam conforme a época e a ilha:


  1. Hula - Termo geral para todas as danças do havaí
  2. Hula `âla`apapa - Hula antiga qu dramatiza uma história.
  3. Hula hue - Hula que finaliza um evento, caracterizando-se por movimentos rápidos de quadris.
  4. Hula `auana - É uma hula informal que se desenvolveu da antiga nos anos de 1900, usada para ocasiões não especiais e para interatividade coma audiência. Esta Hula caracteriza-se pela ausência da parte espiritual. O violão, o baixo e o ukele acompanham musicalmente este estilo.
  5. Hula hapa haole - Estilo occidental voltadas para show todas as músicas são en ingles. hapa = parte, haole = estrangeiro / caucasiano
  6. Hula holoholona - Hula com nomes de animais; movimentos são tirados dos seguintes animais: honu (tartaruga), `îlio (cachorro).  A Hula de joelhos: manô (tubarão). A Hula sentada: pe`epe`emakawalu (aranha). Saltando alternando as pernas: pua`a (porco).
  7. Hula ho`onânâ - Hula para divertir. ho`onânâ = encorajar a assistir
  8. Hula kahiko - Hula antiga. Em conexão com cânticos (Mele) e acompanhada por tambores (Pahu). Para contar histórias sobre lendas de antigos tempos do reino e para a natureza.
  9. Hula o Kalâkaua - Hula para homenagear o Rei David Kalakaua - Hula lâ`au pili (Dança com pedaços de madeira) - Hula nemanema (Atirar-se para trás) - Hula `ôlepelepe (O brilho do sol)
  10. Hula kuahu - Hula formal: Para cerimônias, preces e religião. O oposto da Hula a’uana.  kuahu = Altar
  11. Hula kuhi lima - Hula sentada com movimentos ondulantes do dorso e movimentos de mãos. kuhi = mostrar, gesto; lima = mão
  12. Hula mea pa`ahana / pila - Nomeada após os instrumentos   • Hula `ili`ili (pedras, usadas estilo castanholas)   • Hula kâ`eke`eke (bamboo)   • Hula kâla`au (pedaço de madeira)  • Hula pahu (tambor)   • Hula pâ ipu (cabaças)   • Hula pû`ili (pedaços de bamboo)   • Hula `ulî`uli (côco)
  13. Hula ku`i Moloka`i - Dança alusiva a ilha de Moloka’i. Uma Hula antiga e muito rápida com batidas de pés, giros, palmas, caídas de joelho, punhos cerrados como no boxe, movimentos simulando um peixe na rede, sem instrumentos.
  14. Hula kuolo - Hula sentada com cânticos entoados, usando o Ipu  . kuolo = vibrando com a voz.
  15. Hula mu`umu`u - Hula sentada.  mu`u mu`u = pessoa sem os braços ou pernas, amputada.
  16. Hula Pele - Dança em honra ao fogo e a deusa do vulcão Pele.


ARTE DA HULA:

Hula A'uana - Moderna

Para entender esta clássica dança havaiana, você deve observar pés e mãos.
Um antigo ditado sobre a hula diz:  “as mãos contam a história.  Mas, a graciosidade dos dedos conta apenas uma parte da história”, relata o Kumu Hula Manu boyd. “As mãos são importante, mas as palavras do mele (canto) contam a verdadeira história,” diz Boyd. “A verdadeira hula é muito verbal. Nós contamos história quando dançamos.”

A Hula, tão antiga quanto a cultura havaiana, em tempos remotos foi compartilhada por todo o povo havaiano. Eles dançavam, e com o cântico (mele) expunham todos os aspectos da vida, guerra, morte, nascimento e até mesmo o surfe. Mas o contato com o mundo ocidental mudou a hula. Considerada, promíscua, pelos missionários americanos que chegaram ao Havaí em 1820, a hula esteve perto de ser erradicada em 1896, quando a língua havaiana foi abolida das escolas locais.

Hula Kahiko - Antiga

Contudo, a dança sobreviveu, e graças a Hollywood e a uma avalanche da indústria turística, tornou-se um símbolo das ilhas entre os anos de 1920 e 1930. As formas mais tradicionais ressurgiram e permaneceram até 1960, quando os nativos havaianos começaram a redescobrir a sua história cultural.

De acordo com Boyd, em 1893, o ano em que houve um ascensão na monarquia havaiana, marca a divergência entre os dois estilos da hula tradicional ainda apresentada hoje. Enquanto que os movimentos de pernas da Kahiko (Antiga) e A’uana (moderna e sem regras) são quase idênticos, os temas para Hula A’uana tendem a ser mais artísticos. Indumentárias e música também são diferentes. A Hula Kahiko é dançada ao ritmo do Pahu (Tambor) e Ipu (porongo). Hula A’uana usa piano, violão, ukele e baixo.


sábado, 7 de junho de 2014

1° Congressosul de Dança e Cultura - O maior evento de forró do Sul do Brasil



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Divulgue seu evento você também !!!

Quer aparecer aqui no Blog Mundo da Dança ? Divulgue seu evento conosco. Basta enviar seu material pelo E-mail: mundodadanca@hotmail.com.br ou clicar no banner de divulgação aí do lado na sidebar e preencher o formulário. Bom espetáculo e aqui vocês tem espaço garantido.


O Boticário na Dança recebe inscrições para patrocínio até o dia 15 de junho


As inscrições podem ser feitas pelo site www.boticario.com.br/danca até o dia 15 de junho

O programa O Boticário na Dança está com edital aberto para receber inscrições de projetos de todo o Brasil que queiram ser apoiados ao longo de 2015. As inscrições podem ser feitas pelo site www.boticario.com.br/danca até o dia 15 de junho. Serão aceitas propostas de patrocínio específicas da área da dança, das categorias: montagem de festivais, mostras, espetáculos, manutenção de companhias, circulação, produção de vídeos, livros e periódicos, sites, cursos, workshops, oficinas, palestras, fóruns, exposições fotográficas, exibições de vídeos e filmes.


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A seleção acontecerá de 15 de junho a 1º de julho e a divulgação dos resultados acontecerá em agosto. O edital O Boticário na Dança prioriza projetos que já tenham sido aprovados, inscritos ou que pretendam se inscrever em leis de incentivo à cultura, em processo de aprovação. O regulamento completo está disponível no site, em "Inscreva seu Projeto".

Sobre a plataforma O Boticário na Dança
A plataforma de patrocínios O Boticário na Dança consolida a marca como uma das grandes apoiadoras da dança no Brasil. Neste ano, 39 projetos já contam com patrocínio do programa, totalizando investimentos de mais de R$ 5,4 milhões via leis de incentivo. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e valorização da dança como expressão artística no país, O Boticário na Dança expandiu sua plataforma de patrocínios, lançada em 2013, chegando a 14 estados brasileiros em 2014.

Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa do Grupo Boticário. Fundada em 1977, em Curitiba (Paraná), tem hoje a maior rede de franquias do Brasil e conta com mais de 900 franqueados e 3.690 pontos de vendas em cerca de 1.750 cidades brasileiras. Seus produtos têm preços acessíveis, sofisticação e tecnologia de ponta. São mais de 1.100 itens, entre maquiagem, perfumaria e cuidados pessoais, como cremes, protetores solares, loções, desodorantes, shampoos, sabonetes, entre outros.

Assessoria de imprensa:
RPM Comunicação
Aline Gomes - alinegomes@rpmcom.com.br - (21) 3478-7430 / 98272-2321


Vivência em Dança Terapêutica e Criativa - Espaço Hatha Yoga


Venha dançar suas emoções e usar o corpo e o movimento como forma de expressão.

Local: Espaço Hatha Yoga
Rua Dr. Sérvulo Correa Pacheco e Silva, 70
itu - SP

Informações e inscrições: (11) 4022-2703

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